quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O Camaleão
Ps: Não deixem de ler, mesmo!!!!
PGR pede ao Supremo que receba denúncia contra senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
O parlamentar e outros investigados são acusados pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro supostamente praticados no chamado esquema do mensalão mineiro, que segundo o MPF, desviou cerca de 3 milhões e 500 mil reais dos cofres públicos de Minas Gerais, durante a campanha eleitoral de 1998 ao governo do estado.
De acordo com a peça acusatória apresentada pela PGR e constante do Inquérito (Inq) 2280, Eduardo Azeredo valeu-se de um esquema para arregimentar recursos públicos com o objetivo de suprir os gastos com a campanha eleitoral, que abrangeu, entre outras, as seguintes etapas: desvio de recursos públicos do estado de Minas Gerais, diretamente ou tendo como fonte empresas estatais; repasse de verbas de empresas privadas com interesses econômicos perante o estado de Minas Gerais, notadamente empreiteiras e bancos; e utilização dos serviços profissionais e remunerados de lavagem de dinheiro operados em conjunto com o Banco Rural, para garantir a aparência de legalidade às operações, inviabilizando a identificação da origem e natureza dos recursos.
fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=115604
sábado, 12 de setembro de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Filmes!
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tp=§ion=Blogs&blog=17&tipo=1&coldir=1&topo=3951.dwt
*O diretor Walter Lima Júnior diz quais os três filmes fundamentais para a a educação dos seus filhos:
"Filmes bonitos, com mensagens libertárias, que abram a cabeça deles. Aurora, de F.W.Murnau, apesar de mudo, fala muito sobre a necessidade de se fazer escolhas na vida. Filmes de aventura também são bacanas. Cito Traga-me a Cabeça de Alfredo Garcia, de Sam Peckinpah. O aprendizado deste é a transgressão. Indico ainda Simon do Deserto, de Buñuel, cujo recado é sobre a necessidade de se ter convicções, ideias próprias."
sábado, 15 de agosto de 2009
Howard Gardner
Lista Bibliográfica...
Mais estranho que a ficção - Truman Show
Truman Show - Filme sobre um homem que vive num mundo artificalmente construído para simular uma vida real, desde o cenário, os amigos e a família. Suas relações sociais, seu emprego e seus vínculos tem base numa estrutura de reality show. Entre todos, produção, atores e espectadores, o único que não sabe a verdade é Truman.quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Memórias de Adriano
Memórias de AdrianoSenhor das Moscas

Educando com cinema
domingo, 9 de agosto de 2009
Coraline - Neil Gaiman

Higurashi no naku Koro ni
Uma série de assassinatos ocorre todos os anos na mesma data do festival Watanagashi na pequena vila de Hinamizawa. Entre os envolvidos estão os alunos da escola local e outros personagens adultos misteriosos.
sábado, 8 de agosto de 2009
Chuck Berry - De volta para o Futuro - Michael J. Fox

Chuck Berry - Johnny B. Goode é uma canção de rock escrita em 1955 por Chuck Berry e lançada por ele mesmo em 31 de março de 1958. A canção se tornou uma das mais populares dos anos 50. A letra fala sobre um jovem cantor em início de carreira.
Elvis Presley a cantou pela primeira vez de forma oficial em 1969 em alguns espetáculos em Las Vegas, alguns a consideram uma das melhores versões dessa canção, chegando a considerá-la superior em relação a versão de Chuck Berry, principalmente pela voz e senso rítmico de Elvis. Foi lançada no disco ao vivo de Las Vegas em 1969 que se chamou From Memphis To Vegas/From Vegas To Memphis.Outra famosa e aclamada versão da música é interpretada pelo grupo Judas Priest, gravada no ano de 1988 e a de Peter Tosh
Os Beatles gravaram a canção para a rádio BBC e ela só foi lançada muito tempo depois da dissolução do grupo no álbum Live at BBC.
De volta para o Futuro - Um jovem (Michael J. Fox) aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por um cientista (Christopher Lloyd) em um Delorean, retornando aos anos 50. Lá conhece sua mãe (Lea Thompson), antes ainda do casamento com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais.
Em 1985, no primeiro filme da trilogia De Volta para o Futuro, foi interpretada por Michael J. Fox que interpretava o adolescente Marty Mcfly em um baile justamente em 1955, data quando a música foi escrita.
Michael J. Fox -
2007 - The Magic 7 (voz)
2004 - Médicos e Estagiários (Scrubs) (2 episódios) (TV)
2004 - Magic 7, The (TV) (voz)
2002 - Viagem sem destino (Interstate 60)
2002 - Stuart Little 2 (Stuart Little 2) (voz)
2001 - Atlantis - O reino perdido (Atlantis: The Lost Empire) (voz)
2000 - Thirty wishes
1999 - O pequeno Stuart Little (Stuart Little) (voz)
1997 - I am your child (TV)
1996 - Marte ataca! (Mars attacks!)
1996 - Os espíritos (Frighteners, The)
1996 - A incrível jornada 2 (Homeward Bound II: Lost in San Francisco) (voz)
1995 - O incêndio na caixa d'água III
1995 - Meu querido presidente (An American president)
1995 - Sem fôlego (Blue in the face)
1995 - A sangue frio (Coldblooded)
1995 - Your studio and you
1994 - Don't drink the water (TV)
1994 - Os puxa-sacos (Greedy)
1993 - Por amor ou por dinheiro (For love or money)
1993 - A incrível jornada (Homeward Bound: The incredible journey) (voz)
1993 - Um talento muito especial (Life with Mikey)
1993 - Os caminhos do rio (Where the rivers flow north)
1991 - Dr. Hollywood - Uma receita de amor (Doc Hollywood)
1991 - Aprendiz de feiticeiro (Hard way, The)
1991 - Trap, The (TV)
1990 - De volta para o futuro III (Back to the Future Part III)
1990 - Sex, buys and advertising (TV)
1989 - De volta para o futuro II (Back to the Future Part II)
1989 - Pecados de guerra (Casualities of war)
1988 - Nova York - Uma cidade em delírio (Bright lights, big city)
1988 - Return of Bruno, The
1987 - Luz da fama (Light of day)
1987 - O segredo do meu sucesso (The Secret of my success)
1985 - De volta para o futuro (Back to the Future)
1985 - Family Ties vacation (TV)
1985 - Férias muito loucas (Poison ivy) (TV)
1985 - O garoto do Futuro (Teen wolf)
1983 - Lutando pelo futuro (High School U.S.A.) (TV)
1982 - Os donos do amanhã (Class of 1984)
1980 - Midnight Madness
1979 - Letters from Frank (TV)
1972 - Ruffles(TV)
domingo, 2 de agosto de 2009
Pequenos delitos e a Teoria das Janelas Quebradas
*texto original retirado do site http://www.administradores.com.br/artigos/pequenos_delitos_e_a_teoria_das_janelas_quebradas/30692/
Posando de anfitrião para o ex-prefeito de Nova Iorque Rudolph Giuliani em visita ao Rio de Janeiro, o Governador do Estado Sérgio Cabral Filho preferiu jogar para a platéia e levá-lo a uma favela, em vez de conversar seriamente sobre como o americano foi capaz de reduzir drasticamente a criminalidade na Big Apple. Eu diria que Cabral e os demais cariocas perderam uma chance e tanto.Meu primeiro contato com a interessante Teoria das Janelas Quebradas (fixing broken windows) foi através do ótimo The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference* de Malcolm Gladwell, onde o autor relata os impressionantes índices de violência da Nova Iorque da década de 1980.
Tráfico de drogas, brigas de gangues, homicídios e outros crimes violentos tomavam conta da cidade assim que o sol se punha. Parece familiar?Em consonância com a idéia central do seu livro, Gladwell sugere que alguns movimentos sociais radicais guardam três características em comum: rápido contágio; grandes efeitos de pequenas causas; e um momento crucial que determina a dramática mudança. No caso específico de Nova Iorque a adoção da política de Tolerância Zero baseou-se na Teoria das Janelas Quebradas† para provocar o efeito das três características em conjunto. Senão vejamos:No seminal artigo Broken Windows: the police and neighborhood safety, publicado em 1982, James Wilson e George Kelling explicam que a indiferença em relação a pequenos delitos pode levar à tolerância a crimes mais graves. A passagem a seguir - em tradução livre deste autor - ilustra bem a idéia:"Imagine um prédio com algumas janelas quebradas. Se elas não forem consertadas, a tendência é que vândalos quebrem outras. Eventualmente, eles podem também invadir o imóvel e, se estiver desocupado, transformá-lo em abrigo ou incendiá-lo. Considere, ainda, uma calçada. Algum lixo se acumula nela. Logo, mais lixo virá. Aos poucos, as pessoas começarão a descarregar todo o seu lixo nessa calçada."
A imagem de uma janela quebrada e não é consertada é a de algo com que ninguém se importa. Então não há mal em quebrar mais uma, só por diversão, certo?Um experimento de Phil Zimbardo (o mesmo da Cadeia de Stanford) comprovou isso abandonando dois carros em boas condições e sem placas em diferentes vizinhanças. O que fora abandonado no Bronx começou a ser depredado em apenas dez minutos, enquanto que o largado em Palo Alto, na Califórnia, permaneceu intocado durante uma semana.O toque final do experimento veio quando Zimbardo deu uma bela marretada no automóvel intacto, danificando-o visivelmente. A partir de então o carro passou a ser impiedosamente vandalizado pela respeitável vizinhança de Palo Alto, tal como ocorrera no Bronx. A dura lição é que normas sociais são ignoradas assim que algumas barreiras comuns - como respeito à propriedade e senso de civilidade - são reduzidas por sinais que indicam que ninguém se importa.Pequenas atitudes que esgarçam o tecido social. A partir daí, o carro depredado torna-se o símbolo de uma terra de ninguém. E o crime representa, segundo os autores, o inevitável resultado da desordem pública, pois os bandidos acreditam que suas chances de serem pegos diminuem na medida em que a população já se sente intimidada pelas condições do ambiente.
Os administradores responsáveis pela cidade de Nova Iorque começaram a entender, a partir de então, que para controlar de fato os crimes violentos era preciso coibir os pequenos delitos antes de tudo, de forma a restaurar as noções mais básicas de ordem, autoridade e segurança.Kelling foi contratado, então, pelo Departamento de Trânsito de Nova Iorque e começou seu trabalho no metrô da cidade. Trens velhos, estações abandonadas e entregues à marginalidade compunham o terrível cenário a que os usuários eram submetidos. Ele resolveu, então, começar o processo de limpeza por aquilo que mais simbolizava tal degradação: as pixações.O motivo é sutil: a simples existência de pixações sugere que, em algum momento do dia, aquela região fica entregue aos vândalos para que eles possam sujar as paredes sem ser incomodados. Além da sensação de insegurança provocada pelo abandono do lugar, há o sentimento de impotência e posterior indiferença quanto ao decadente destino das áreas públicas e, por extensão, de seus usuários. A faxina foi de 1984 a 1990.
O próximo passo foi combater os caloteiros, pessoas que simplesmente não pagavam passagem. Para isso ele aumentou o policiamento nas estações, prendendo sumariamente quem burlava a lei. Os presos eram levados algemados para ônibus transformados em delegacias-móveis onde eram fichados. Cada prisão revelava-se, ainda, uma grata surpresa aos policiais, pois eram oportunidades para encontrar criminosos procurados ou foragidos por algum delito anterior. E tudo era feito da forma mais ostensiva e pública possível - o que passava o ameaçador recado de que a ordem havia voltado ao metrô, onde as prisões quintuplicaram no período entre 1990 e 1994.Ainda em 1994, Giuliani foi eleito prefeito de Nova Iorque (depois de perder o pleito anterior) e decidiu que o programa de combate aos pequenos crimes no metrô seria implementado em toda a cidade, agora com o nome de Tolerância Zero.Partindo do mesmo princípio - crimes menores abrem caminho para os maiores - e promovendo uma rigorosa limpeza ética na polícia local, Giuliani foi capaz de reduzir a criminalidade em mais da metade do que era antes de assumir, transformando Nova Iorque na cidade grande com o menor índice de violência do país.
Claro que não devemos cair na armadilha de atribuir tal fenômeno a uma única explicação. Outros fatores concomitantes contribuíram, também, para a expressiva redução dessas taxas, como por exemplo a recuperação da economia mundial na década de 1990, empregando parte da população que, de outra forma, teria tomado o caminho do crime. As drásticas políticas de combate ao narcotráfico do governo federal tiveram seu papel, assim como a regulamentação do aborto, vinte anos antes, como defenderam Steven Levitt e Stephen Dubner em Freakonomics: A Rogue Economist Explores the Hidden Side of Everything‡.
O fato é que o criminoso - longe de ser alguém que age por suas próprias razões - é alguém altamente sensível ao seu ambiente e influenciado pela sua realidade, como explica Gladwell. Se ele vive num ambiente onde o crime é punido, independente da sua magnitude, então passa a considerar outras alternativas.Mas se o seu contexto sugere que não haverá obstáculo ou castigo por quebrar uma janela, bater uma carteira, roubar um banco, seqüestrar ou exigir propina para assinar um contrato público, então a ocasião haverá de formar o ladrão.Pequenos passos impróprios ensinam o criminoso a andar. Delitos maiores o fazem correr. Mas uma política de Tolerância Zero lembram que é melhor não dar nem o primeiro passo.Alguns de nós e outros próximos a nós podem sofrer pequenos contratempos, como ser preso dirigindo bêbado (nossa tímida e já frustrada tentativa desta abordagem da lei) ou portando um cigarro de maconha.
Uma punição que nos soa grotesca, tão habituados estamos com nossos desvios do dia-a-dia, porém necessária.Mas em algum ponto deixamos nossa sensibilidade de lado e paramos de nos incomodar com os delitos menores - e até com os maiores - embora eles continuem representando crimes. Protegemos nossas consciências do peso desses atos. E nos aliviamos, assim, da nossa parcela de culpa pelas mortes dos inocentes nos assaltos, acidentes de trânsito, guerra do tráfico e balas perdidas.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Lilith - Evangelion - Sandman
Neon Genesis Evangelion (新世紀エヴァンゲリオン Shin Seiki Evangerion) é uma série de animação japonesa (anime). A série enfoca temas diferentes que vão sendo abordados com o desenrolar da trama, começando com um clima mais leve e descontraído que vai se tornando mais e mais denso conforme a trama avança e os mistérios e acontecimentos da história a transformam, em seus episódios finais, em uma aventura psicológica a respeito das relações entre os seres humanos.
Sandman (Homem de Areia, em inglês) é uma referência mitológica encontrada em várias culturas. Uma referência consagrada é a dinamarquesa, através de um conto de Hans Christian Andersen, chamado Ole Lukoeje (ou Olavo fecha-olhos). Esse personagem, de contos infantis, é uma figura mitológica que sopra areia nos olhos das crianças para que elas durmam (No Brasil, é conhecido como João Pestana). Sandman (Morfeus): misteriosa entidade dos sonhos. Ele possuía uma revista de história em quadrinhos adulta, sucesso de crítica e público. Foi criada por Neil Gaiman em 1988 para o selo Vertigo da Editora DC Comics. Suas histórias descrevem a vida de Sonho, o governante do Sonhar (o mundo dos sonhos) e sua interação com os homens e outras criaturas.
Absoluto
Tudo é deus. Também somos deus. Contudo, não percebemos isso. Por quê? Porque procuramos deus fora de nós. Cometemos o erro de nos considerarmos o observador e então buscamos deus como um objeto de nosso exame. Infelizmente, tudo que percebemos é maculado pela nossa subjetividade e qualquer coisa que definamos como deus "lá fora" não pode ser deus poruqe não é absoluta. Tudo o que você encontra é algo que existe em relação a sua percepção.
Você é deus. A única maneira de confirmar isso é remover a barreira de subjetividade que o impede de perceber sua unidade essencial com todas as coisas.
Texto original extraído do livro "Meditações diárias" .
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Les expression imagées de la langue française
Poser un lapin : faire attendre quelqu'un en ne venant pas à un rendez-vous[Cette locution] a signifié aussi partir sans payer. Selon la chronologie établie par Esnault (Dictionnaire des argots), l'expression veut dire en 1880 «ne pas rétribuer les faveurs d'une fille», un lapin étant un paiement éludé (milieu du XIX siècle.), d'après un effet de sens analogue à celui qui produit lapin «voyageur clandestin» (voyager en lapin). À rapprocher de payer en monnaie de singe, de l'espagnol hacer un mico «faire un singe = manquer un rendez-vous» de l'ancienne locution payer en chats et en rats, et, en ce qui concerne notre animal de l'expression francomtoise faire un lièvre «prendre un objet à ses parents pour le vendre» (le point commun est le «vol , mais le lapin est «un refus de payer»). «Le grand plaisir de ces spécialistes [les floueurs] consiste à promettre monts et merveilles aux femmes galantes et se retirer sans laisser aucune espèce de rémunération. Cette façon de procurer du plaisir s'appelle : poser un lapin.» p. 149 (G. Macé, ancien chef du service de la Sûreté, Mes lundis en prison) «La dame expliquait qu'on lui avait posé un lapin furieux, et le bijoutier allait déposer à son tour une plainte en escroquerie.» (Goron, L'Amour à Paris, t. II. p. 644)
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Casser les pieds de quelqu'un : ennuyer, importuner quelqu'unOn attendrait plutôt écraser ; dans cette locution d'origine argotique (1890, in Esnault), pied est l'équivalent euphémistique d'autres termes dont l'association avec casser est nettement plus claire, (casser le cul, etc.). En outre, le pied, en argot c'est la «part». Or de la part ou parties, le jeu de mot est aisé. «Je veux pas te voir fiche le camp vous me cassez les pieds vous tous les mioches va-t-en qu'est-ce que tu as à me suivre partout ?» (T. Duvert, Paysage de la fantaisie, p. 192)
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Avoir la tête dans les nuages :être distrait; se perdre dans des rêveries confusesÊtre dans les nuages : « être distrait » -> DANS LA LUNE. La position en hauteur et la matière nébuleuse exprimant la perte de contact avec le réel, symbolisé par le sol terrestre (cf. Les Pieds sur terre). Variante récente : être, marcher, vivre sur un (son) nuage.
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Broyer du noir : être déprimé, triste(milieu XVIIIe siècle) Cette locution ne se comprend globalement que par l'emploi, habituel, de noir traditionnellement associé à la mélancolie, à la tristesse ; mais l'emploi du verbe broyer demeure inexpliqué. L'origine est sans doute à chercher dans l'argot des peintres ou des chimistes, mais les valeurs figurées de broyer (être broyé «écrasé») ont probablement motivé le succès de l'expression. Elle s'est maintenue, contrairement aux expressions, concurrentes faire du noir (Rousseau) et être dans son noir (1808, Boiste). «L'anxiété me retient ici ; - si tu broies du noir comme je le fais dans les longues interruptions de notre correspondance, je souhaite, mon ami, qu'il ne t'arrive pas d'en être privé du 22 juillet au 14 juin ; […].» (V. Jacquemont, Correspondance, t. II, p.94.)
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Mettre les pieds dans le plat : être brutalement indiscretMettre les pieds dans le plat, évoque aujourd'hui un personnage brutalement indiscret qui, non content de mettre les pieds sur la table, les place à l'occasion dans des assiettes et les plats. L'expression apparaît en en 1808 (Dictionnaire du bas langage, d'Hautel) ; à cette époque le plat est d'abord et plus généralement « la partie plate » (1808, Boiste). Pierre Guiraud (Les locutions françaises) voit dans l'expression un jeu de mots entre les formes franco-provençales gaffe «gué»et gaffer «nager, patauger» et plat au sens de «étendue d'eaux basses». Mettre les pieds dans le plat et gaffer serait «agiter les pieds dans l'eau, la boue».
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française

(1928, Esnault). Sur une affiche, on appelle fromage blanc (ou fromage) l'emplacement laissé «en blanc» pour la présentation d'une vedette. «Il était drôlement fier que sa fille soit une bureaucrate. Je suis bien de votre avis, il n'y avait pas de quoi en faire un fromage mais ce malentendu doit encore subsister dans l'esprit populaire, non ? » (M. Michel-Bahsi, Poupoune, p.118)
Les expression imagées de la langue française
Avoir la main verte : être habile à cultiver les plantesAvoir les doigts verts, la main verte : être habile à cultiver les plantes. «Une femme dont les "mains vertes" paraissaient avoir le don de faire pousser n'importe quoi n'importe où» (Tournier).
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Petit Robert de la langue française
Les expression imagées de la langue française
Monter sur ses grands chevaux : s'emporter, le prendre de hautSe mettre en colère et parler avec autorité, prétention (1585, Cholières). Monter sur ses grands chevaux, c'est être prêt à se faire faire raison avec l'épée et la lance. On ne montait autrefois sur son grand cheval, ou cheval de bataille, que pour se préparer à un combat à outrance. (J. Le Duchat, Ducatiana, t II, p. 481) Cette explication est a posteriori, car avant monter… on trouve plus normalement les grands chevaux de quelqu'un : «les grands arguments, les grandes raisons». Comme pour monter sur ses ergots (ergo), M. Heron suggère ses grands quevaux (prononciation dialectale), c'est-à-dire : que vaut ?
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Avoir la frite : être en forme, se sentir capable de réussirL'expression semble provenir du milieu des comédiens ; son origine est obscure. Elle appartient au registre très familier et s'est répandue après 1965. Voir aussi «avoir la pêche».
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française

Fumer comme un pompier ou fumer comme un sapeur : fumer beaucoup
Il s'agit d'une métonymie - le sapeur (ou le pompier) a affaire à des incendies - et non pas d'une constatation sociologique. On a de même : fumer comme une locomotive. «[…] Sans doute fumait-il comme un sapeur ou comme un zouave barbu qui servait alors de réclame à la firme algérienne des cigarettes et papiers Job». (M. Leiris, Biffures, p.36)
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Rentrer dans sa coquille : se replier sur soiRentrer, rester… dans sa coquille « se renfermer dans l'isolement, l'inaction ». Au XVIIe siècle, rentrer dans sa coquille signifiait plus précisément « se retirer d'une entreprise téméraire » (Wartburg). Comme dans l'expression antonyme sortir de sa coquille (fin XVIIe s.), la métaphore s'appuie sur le comportement de l'escargot et d'animaux similaires.
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Dictionnaire d'expressions et locutions, d'Alain Rey et de Sophie Chantreau
Les expression imagées de la langue française
Raconter des salades, des histoires, des mensongesLocution familière : "Vendre sa salade" : chercher à convaincre, à soumettre un projet, à faire adopter un point de vue. Souvent utilisée au pluriel pour histoires, mensonges. Pas de salades ! Il «ne passe pas son temps à raconter des salades comme les autres, juste pour se faire valoir». (Le Clézio) C'est toujours la même salade, la même histoire.
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Petit Robert de la langue française
Les expression imagée de la langue française
Être lessivé, épuisé, très fatiguéSens figuré apparu en 1866. Langage familier signifiant "Dépouiller (son adversaire au jeu)". Voir aussi : nettoyer, rincer. Éliminer d'une compétition, d'un poste. Il s'est fait lessiver en moins de deux. Par extension : être lessivé, épuisé, très fatigué.
© 2009 - Illustration : Zelda Zonk - Définitions extraites du Petit Robert de la langue française
Les expressions imagées de la langue française
Donner sa langue au chat : renoncer à deviner, à trouver la solutionOn ne trouve cette expression qu'au XIXè siècle ; mais jeter sa langue aux chiens est dans Mme de Sévigné. Cette expression est à rapprocher de n'être pas bon à jeter aux chiens, «ne rien valoir», qu'emploie aussi Madame de Sévigné. Pourquoi jeter est-il devenu donner alors que au chat se substituait aux chiens ? L'expression régionale abandonner sa part aux chats peut servir d'exemple pour un transfert analogue. Surtout, le chat est évoqué à propos de «confidences». Mettre quelque chose dans l'oreille du chat (George Sand, dans La Petite Fadette), c'est «oublier». Mais ce chat qui garde les secrets est aussi considéré comme un bavard. Ai manjat lago de cat (j'ai mangé la langue du chat) se dit dans le Gard pour «je ne peux pas tenir ma langue» (Rolland). Donner sa langue au chat pourrait donc être à la fois « jeter l'organe de la parole, devenu inutile» et «le confier au chat, animal plein de connaissance».
sábado, 6 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
sugestão de cinema

"nixon" é um filme de 1995 que trata da angústia do presidente com o desenrolar das denúncias e consequentes investigações;
e "frost/nixon", de 2008, trata da primeira entrevista concedida pelo ex-presidente 3 anos após ele ter renunciado.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Livro que estou lendo!

A história se passa na primeira guerra mundial, o personagem (americano) alista-se voluntariamente no exército italiano para trabalhar como médico.
Muito boa a história!!! Hemingway é foda!
Curiosamente, fui informado que há um filme chamado Adeus às armas e que é baseado no livro do H! Aí está a capa do dvd! Com um Rock Hudson de cigarrinho na boca em alto estilo e olhar 43!
E curiosamente descobri isso sobre o Rock Hudson:
A morte do galã Rock Hudson (1925-1985), vitimado pela Aids, chocou o mundo. Ele foi uma das primeiras vítimas famosas da doença. A sua biografia, Rock Hudson – sua história, publicada depois de sua morte, contou detalhes de sua homossexualidade. Em 1943, ao entrar para Marinha, aos 18 anos, Hudson (que havia sido abandonado pelo pai na infância) se apaixonou por um colega chamado Eddie Kraft. Esse fato sempre foi escondido do público. Os executivos de Hollywood chegaram a armar um casamento fajuto entre o ator e sua secretária particular, Phyllis Gates, para abafar os boatos. Mas o casamento de mentira não durou muito tempo. Depois de sua morte, um ex-amante de Hudson, Marc Christian, entrou na Justiça com um processo por danos físicos e morais, alegando não ter sido informado sobre a saúde do ator, e embolsou alguns milhões de dólares. (fonte: http://magnolia-pura.blogspot.com/2005/10/os-escndalos-sexuais-de-hollywood.html)
Encorajamento
A devoção às vezes pode parecer pura labuta. Longe de casa, é possível conseguir uma nova perspectiva. Extraído de seu contexto usual, nosso compromisso pode destacar-se com mais brilho. Às vezes, uma coisa que parece ter se tornado um cabresto pode tornar-se cálida e reconfortante.
É por isso que devemos dominar nossas emoções e usar a disciplina para equilibrar os altos e baixos do impulso.
Ao viajar, estamos distantes dos ambientes de costume, inclusive dos elementos que nos oprimem e restringem. Quase todos temos medos, frustrações e inibições adquiridos no passado; o tempo e a distância ajudam-nos a avaliá-los com mais clareza. Superá-los requer coragen e iniciativa. Como podemos fazer isso se nosso problema é justamente o medo e a timidez?
É nesse momento que precisamos de um amigo para nos ajudar e encorajar. Eles podem nos dar orientação e apoio para enfrentar os nossos medos. Embora não possam viver nossas vidas nem resolver nossos problemas de imediato, podem nos oferecer uma presença inestimável justamente quando mais precisamos dela.
Dentro de nós, nossas devoções diárias são o caminho para encorajar-nos a perseverar. Com os outros, o encorajamente é o caminho para ser compassivo.
Extraído do livro "Meditações diárias"




